Últimas Notícias da ‘BBom’ de hoje, quarta-feira 06/11/2013

O desembargador Reynaldo Fonseca, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), decidiu desbloquear parcialmente as contas e autorizou a retomada de parte das atividades do grupo BBom(nome fantasia da empresa Embrasystem), que responde a ação por suspeita de prática de pirâmide financeira.

A decisão liminar (provisória) foi tomada nesta segunda e divulgada nesta terça-feira (5). O caso ainda será julgado pela Corte Especial do TRF-1.

As contas da empresa tinham sido bloqueadas por decisões tomadas em julho pela Justiça Federal de Goiás a pedido do Ministério Público. A Embrasystem recorreu ao TRF para desbloquear os bens e retomar as atividades. A empresa nega a prática de pirâmide financeira e argumenta que sua atividade é de marketing multinível (propaganda de produtos por meio da internet).

Ao decidir sobre o caso, o desembargador desbloqueou as contas somente para o pagamento de funcionários, impostos e contas atrasadas (desde que a empresa comprove a dívida). Ele também liberou a reabertura da empresa para a venda direta pela internet de rastreadores de veículos. O magistrado permitiu ainda a concessão de bônus pela empresa para vendedores do produto.

Reynaldo Fonseca explicou que a empresa deve esclarecer a consumidores e associados que está proibida de atuar em outra modalidade de marketing sob pena de multa. No entanto, argumentou, não se pode impedir o bloqueio para pagamento de funcionários e outras dívidas.

“Creio que não se justifica a imposição da morte de uma empresa, se existe alguma possibilidade que ela continue suas atividades, em parte, ou mediante a prévia adequação de seus estatutos ou de sua atuação às exigências legais. A atividade empresarial gera riquezas e atinge não apenas o empresário, mas também, todos os trabalhadores a seu serviço”, afirmou o desembargador na decisão.

Bloqueio de bens incluiu R$ 300 milhões e Ferraris
Na decisão anterior, que determinou o bloqueio dos bens da BBom, a Justiça de Goiás entendeu existir “robustos indícios” de que o modelo de negócios “se trata, na verdade, de uma pirâmide financeira”, prática proibida no Brasil e que se configura crime contra a economia popular.

Segundo comunicado divulgado na página da Justiça Federal de Goiás, o bloqueio dos bens da empresa “busca evitar a dilapidação do patrimônio da empresa, de modo a possibilitar futuro ressarcimento aos consumidores lesados”.

O bloqueio incluiu R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo, além de cerca de 100 veículos, incluindo motos e carros de luxo como Ferrari e Lamborghinis, segundo os Ministérios Públicos Federal e Estaduais.
No esquema adotado pela BBom, conforme identificado pela juíza, o pagamento dos participantes depende exclusivamente do recrutamento por ele feito de novos associados. “A ‘sustentabilidade’ do negócio não advém da renda gerada pela venda do produto supostamente objeto da franquia, que se trata um rastreador”.

Pelo modelo oferecido pela empresa, os interessados se associam mediante o pagamento de uma taxa de cadastro, no valor de R$ 60, mais uma taxa de adesão, que varia de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano escolhido. Depois disso, a pessoa se compromete a atrair novos associados e a pagar uma taxa mensal no valor de R$ 80, pelo prazo de 36 meses, segundo mostra a investigação do MP. Quanto mais participantes o associado consegue trazer para a rede, maior é a premiação prometida.

Segundo a força-tarefa formada por promotores e procuradores, até o fim do ano passado, antes do início das operações da BBom, as empresas do grupo não movimentavam mais do que R$ 300 mil por ano. De acordo com o MP, em pouco mais de seis meses, o fluxo financeiro do grupo aumentou mais de 3.000%.

No entendimento do Ministério Público, como em outros casos emblemáticos de pirâmide financeira, o rastreador oferecido pela BBom seria apenas uma “isca” para recrutar novos associados, como foram os animais nos casos da “Avestruz Master” e do “Fazendas Reunidas Boi Gordo”.

A prática de pirâmide financeira é proibida no Brasil, configurando crime contra a economia popular (Lei 1.521/51).
G1

Últimas Notícias da ‘TelexFree’ desta quinta-feira, 31/10/2013

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A dupla sertaneja Bruno e Marrone foi contratada para fazer três shows num cruzeiro daTelexfree , empresa acusada de ser umapirâmide financeira . O cachê, que seria de R$ 500 mil, já está pago. O 2º Extravaganza Telexfree acontece nos dias 15 a 18 de dezembro.
“A gente fez até um preço legal para eles”, disse um representante do escritório que representa a dupla, sem saber que falava com a reportagem. O contrato teria sido firmado “em maio ou em junho”, afirmou. Metade do cachê foi pago no ato. “Eles demoraram um pouquinho, mas honraram o compromisso [ e quitaram o resto ]. Mas eles pagaram direitinho.”

Devedores

A Telexfree está com as contas bloqueadas desde junho por decisão da 2ª Vara Cível do Acre. O congelamento alcança também os sócios Carlos Wanzeler, Carlos Costa, James Merryl e Lyvia Wanzeler.

Desde então, a Telexfree deixou de pagar seus divulgadores, como são chamadas as pessoas que colocaram dinheiro no negócio. Até o início de outubro, ao menos 50 conseguiram , na Justiça, o direito de reaver o investimento, mas as decisões não estão sendo executadas em razão do bloqueio judicial.

Procurados, os representantes da Telexfree não quiseram comentar as informações sobre o contrato com a dupla de sertanejos. Eles sempre negaram irregularidades nas atividades. A assessoria de imprensa de Bruno e Marrone confirmou apenas a realização do show, mas não o valor e as datas dos pagamentos.

Extravaganza

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A imagem da dupla sertaneja foi usada para simbolizar que a situação da Telexfree está melhor. No último domingo (20), a empresa postou numa rede social a foto dos cantores com a frase “Os ventos voltam a soprar a favor da Telexfree”. Em outra imagem, Marrone aparece autografando uma camiseta da Telexfree.

O 2º Extravaganza Telexfree, que será realizado pela MSC Cruzeiros, não é o único grande evento que a empresa vai realizar apesar do bloqueio. Nos dias 1º e 2 de novembro, a empresa fará o “1º Extravaganza USA”, nos Estados Unidos, onde os donos da empresa no Brasil fundaram, em 2002, um negócio que mais tarde foi rebatizado de Telexfree Inc.

Pirâmide financeira

No Brasil, a Telexfree foi criada em 2010, mas só deu início às suas atividades efetivamente em 1º de março de 2012, de acordo com a Justiça do Espírito Santo, onde fica a sede da empresa. Desde então, cerca de 1 milhão de pessoas pagaram para aderir ao negócio, com a promessa de lucrar na revenda de pacotes de telefonia VoIP , na colocação de anúncios na internet e no recrutamento de mais revendedores.

Os representantes da empresa afirmam que o negócio se trata de marketing multinível, um modelo legal de varejo em que representantes autônomos são premiados pelas vendas de outros representantes. Mas para o Ministério Público do Acre (MP-AC), responsávelo pelo pedido de bloqueio, a Telexfree é, possivelmente, a maior pirâmide financeira da História do País.

Em ação civil pública proposta logo depois do congelamento das contas, o MP-AC pede o fim da Telexfree e a devolução das verbas aos divulgadores. O caso, entretanto, ainda não foi julgado nem tem data para ocorrer. No início de outubro, a defesa da empresa conseguiu uma decisão que permitirá a análise do bloqueio peloSuperior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) .

O caso chamou a atenção para a existência de uma série de outros negócios apresentados como marketing multinível, mas que levantaram suspeitas de promotores e procuradores da República. Cerca de 80 empresas estão sob escrutínio e, além da Telexfree, outras três – BBom , Priples eBlackdever – já tiveram as contas congeladas. Nenhuma delas admite irregularidades.

IG

Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de hoje, quarta-feira 11/09/2013

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Nas últimas semanas a força tarefa formada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Goiás já contabilizou mais de 80 (oitenta) empresas denunciadas e que deverão ser investigadas por suspeitas de operarem esquemas de pirâmides financeiras e com práticas assemelhadas aos esquemas operados pela Telexfree e BBom.

Para o MPF o elevado crescimento da quantidade de empresas denunciadas é assustador e significa um número muito elevado de pessoas envolvidas em esquemas financeiros suspeitos de irregularidades, as quais são potenciais vítimas de um sistema que não se sustenta matematicamente e que, por isso, tem a sua prática vedada pela Lei Federal n.º 1.521/51.

Para se ter uma idéia da população total que pode estar envolvida em atividades econômicas suspeitas com estas empresas no país, somente a BBom e a Telexfree conjuntamente possuem mais de 600 mil associados, do que pode se concluir com facilidade que estes, somados aos associados das 80 empresas que deverão ter processos de investigações abertos pelo MPF, poderão totalizar quantidade superior a 1 milhão de pessoas envolvidas.

Por aí dá para ter uma rápida visão da dimensão da preocupação que estas situações estão trazendo ao MPF e aos órgãos de defesa dos consumidores por todo o país, considerando que a sucessão de quebras de dezenas de pirâmides pelo país a fora resultaria num verdadeiro caos à economia popular, desagregando famílias, desorganizando financeiramente milhares de pessoas, bem como afetando todo o sistema econômico e de mercado nacional.

Na próxima semana o MPF deverá encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta de lei que torne as penas mais graves para a exploração de esquemas de pirâmides financeiras. A divulgação dos nomes das novas empresas denunciadas somente será feita pelo MPF na medida em que os respectivos processos investigativos sejam abertos.

Vamos ficar atentos a esta situação, pois somente em Maringá e região existe muita gente afetada por esta situação. Na medida em que surgirem novidades vamos informando aqui no blog.

TV HADAR

Últimas Notícias da BBOM de Hoje, Quinta 25/07/2013

LOGOTIPO HORA NEWS

Segundo o site G1, ss associados da empresa BBom, que vende rastreadores de veículos e teve seus bens bloqueados e atividades suspensas por suspeita de pirâmide financeira, no início deste mês, podem ser ressarcidos apenas com os valores que investiram inicialmente no negócio. De acordo com o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), o embargo dos bens e contas bancárias visou garantir futuras indenizações aos consumidores lesados pelo esquema. No entanto, segundo o órgão, os lucros e bonificações prometidos pela BBom podem não ser incluídos nesta devolução.

De acordo com a procuradora da República Mariane Guimarães, em momento oportuno, será requerido da empresa a relação completa dos participantes. “Com esses dados, a Justiça terá como definir quais são os valores para ressarcimento, proporcionalmente aos bens bloqueados, de acordo com o que for possível para cada caso”, explicou a procuradora.

Segundo Mariane, os associados precisam guardar alguns documentos que comprovem a participação para assegurar uma indenização. “Todos devem arquivar os boletos de pagamentos, extratos bancários, contratos assinados, e-mails, correspondências ou outros documentos. Tudo isso pode provar que a pessoa tinha sua cota na BBom”, explicou.

Como a empresa teve as atividades suspensas, os pagamentos de taxas mensais não devem mais ser efetuados. “A decisão judicial suspendeu todas as atividades da empresa relacionadas à oferta de rastreadores, ao recrutamento de pessoas e à venda de pacotes e recebimento de mensalidades. Os consumidores devem paralisar todas as prestações e também a indicação de novos integrantes para a rede, sob pena de aumentar o risco e o valor do prejuízo”, destacou a procuradora.

A BBom é investigada por uma força tarefa, que realiza uma varredura em todo o país contra a prática de pirâmide financeira. Em Goiás, os Ministérios Público Federal e Estadual suspeitam que a companhia não tenha todos os rastreadores oferecidos aos associados. A procuradora Mariane Guimarães disse ter constatado no site Reclame Aqui mais de 1.200 reclamações de associados que nunca receberam os rastreadores.

“Estranhamente, a empresa só informa nos autos uma amostragem, que seria de 14 mil equipamentos negociados. Também demonstra ter adquirido 70 mil aparelhos para vendas futuras”, destacou a procuradora.

Por meio de nota enviada por sua assessoria de comunicação, a BBom informou ao G1 que comprou 1.250 mil rastreadores, sendo que 30 mil já foram entregues, 75 mil estão em estoque, 145 mil, em trânsito, e 1 milhão de aparelhos serão entregues seguindo a previsão de entrega dos fornecedores. “Em até 60 dias todas as solicitações serão atendidas, conforme o cronograma de solicitação”, diz a nota.

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Últimas Notícias da Telexfree de Hoje, Quinta 25/07/2013

LOGOTIPO HORA NEWS

Segundo o site IG, funcionários da TelexFREE, BBom e Multiclique protestam em Brasília contra liminar que paralisou operações da primeira: vendedores estão sem receber dinheiro

Um advogado de Rondonópolis, no Mato Grosso, conseguiu garantir na Justiça o direito a ter o dinheiro investido na TelexFREE de volta. Decisão da 3º Vara Cível da cidade determinou na última sexta-feira que a empresa pague ao divulgador – como são chamadas as pessoas que vendem os supostos produtos da companhia – a quantia de 101,5 mil reais.

Funcionários da TelexFREE protestam em Brasília

É o primeiro caso registrado de decisão judicial que obriga a empresa a restituir alguém prejudicado pela paralisação das operações, que permanece desde junho por determinação da Justiça do Acre.

O montante de 101 mil reais foi pago pelo advogado Samir Badra Dib, vice-presidente da OAB de Rondonópolis, justamente no dia em que a empresa teve os bens bloqueados e foi proibida de continuar a pagar vendedores ou oferecer serviços.

Por causa da paralisação dos pagamentos, divulgadores têm feito protestos em todo o país pedindo a reversão da medida judicial, como pode ser visto na foto acima.

A TelexFREE é acusada de operar sob o esquema de pirâmide financeira, conhecido por oferecer remuneração aos vendedores não pela venda de produtos, mas pela cooptação de novos divulgadores. O sistema se mantém pela contínua adesão de pessoas, remunerando bem um (pequeno) grupo que chega primeiro, mas acaba ruindo quando o fluxo de novas entradas chega ao limite, deixando, muitas vezes, milhares de pessoas no prejuízo.

A TelexFREE nega e afirma que pratica marketing multinível, quando há recompensa pela adesão de novos vendedores, mas a renda dos envolvidos tem lastro no comércio dos produtos. No caso em questão, serviços de telefonia pela internet (VOIP).

Com ativos bloqueados, a empresa, no entanto, não tem como pagar a quantia determinada. Por isso, a juíza, Milene Aparecida Pereira Beltramini, pede que a Justiça do Acre desbloqueie o valor, que seria então depositado em uma conta do TJ-MT até o desfecho do caso.

Advogados da companhia continuam travando uma batalha judicial para reverter a decisão de um mês atrás. Pelo menos oito recursos já foram negados pelo TJ-AC. A TelexFREE chegou a oferecer como garantia o valor de 660 milhões de reais para voltar a operar. Essas informações são do site IG.

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Últimas Notícias da ‘BBOM’ de Hoje 24/07/2013

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Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de Hoje, 24/07/2013

LOGOTIPO HORA NEWS

ÚLTIMAS INFORMAÇÕES

TJ deixa de julgar recurso da Telexfree por falta de pagamento de taxa

Sessão TJ-AC Telexfree (Foto: Yuri Marcel / G1)

O Pleno do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) decidiu por unanimidade, na manhã desta quarta-feira (24) não julgar um novo recurso impetrado pelos advogados da empresa Telexfree. O agravo regimental n.º 0002028/83.2013 teve seu julgamento negado por ausência de preparo, devido a falta do pagamento de uma taxa de R$ 40.

A decisão foi lida pelo relator do processo, o desembargador Adair Longuini, cujo voto foi seguido pelo dos demais desembagadores. Os advogados não quiseram comentar a decisão.
A empresa ainda possui outros recursos que deverão ser apreciados pelo TJ-AC, porém, como eles ainda não deram entrada no Judiciário ainda não há data marcada para os julgamentos.

Mais informações

Com bens e valores bloqueados e impedida de operar em todo o Brasil desde o dia 18 de junho por decisão da Justiça do Acre, a empresa Telexfree divulgou neste sábado (20), uma nota de esclarecimento onde informa o oferecimento de garantias financeiras no valor de mais de R$ 659 milhões ao Juízo da 2ª Vara Cível de Rio Branco na tentativa de desbloquear suas contas e recomeçar as operações e como forma de garantir o ressarcimento dos investidores.

A empresa aguarda uma resposta do Judiciário acreano sobre o pedido, que ainda não foi aceito, segundo a nota, porque na semana em que foi protocolado ‘todos os juízes das cinco varas cíveis de Rio Branco encontravam-se de férias, e a magistrada substituta vive na cidade de Manoel Urbano, comarca 226 Km distante de Rio Branco’.

A Telexfree e seus divulgadores estão aguardando também o julgamento do mérito do recurso interposto pela empresa, que deve acontecer, segundo o advogado que defende a empresa no Acre, Roberto Duarte, ‘provavelmente’ no próximo dia 29. Ele afirma que mais detalhes sobre o pedido, para dispor a garantia financeira, poderiam ser conhecidos a partir da próxima semana.
“Na segunda-feira posso dar mais detalhes. A nota de esclarecimento é bem clara nesse sentido. Não tenho como dar maiores informações nesse momento”, limitou-se a comentar a defesa.

De acordo com a nota, em seu último parágrafo, ‘a Telexfree está se defendendo de forma vigorosa perante o Poder Judiciário do Acre e confia plenamente na Justiça brasileira que certamente reparará uma das decisões judiciais mais danosas da história do empreendedorismo brasileiro’.

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Triste administração da TV Record

Honorilton Gonçalves

Quando esta coluna contava em fatos o que acontecia na administração da TV Record, sob o comando de Honorilton Gonçalves, recebíamos inúmeros e-mails de admiradores da TV Record e da Igreja Universal ofendendo este colunista e dizendo que se eu soubesse dirigir melhor, eu estaria no lugar de Honorilton.

Os tempos apenas mostraram que tudo o que este colunista escreveu sobre a administração de Honorilton Gonçalves era verdade.

Honorilton, que tinha comando absoluto sobre a TV Record, é o único responsável por tudo o que aconteceu, quer prejuízos financeiros da emissora, quer erros de contratação, quer baixíssimos ibopes em relações a brutais investimentos realizados.

A administração atual da TV Record, mesmo errando do jeito que está, apenas tenta corrigir a era de Honorilton.

Digo que está errando porque tanto o seu vice-presidente artístico, Marcelo Silva, quanto seu diretor artístico, Mafran Dutra, não tem quase nenhum conhecimento da área artística de televisão e projetos necessários ao empreedimento.

Os dois não têm culpa de estarem onde estão.

Culpado é que os colocou lá.

Não se administra uma emissora de televisão do mesmo jeito de uma igreja.

São produtos diferentes, com perfis psicológicos diferentes.

Não se pode gastar-se o que se gastou, ter-se a estrutura que se tem e continuar praticamente empatado com o SBT.

James Akel/TVF

Assistir Icasa x Joinville Ao Vivo Online – 23/07/13

LOGOTIPO DA COLUNA ACSMTV SPORTS

Competição: Brasileirão – Série B
Período: 10ª rodada
Horário: 21h
Estádio: Romeirão

HORA NEWS – Informações sobre a TelexFree e BBOM

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VEJA AS ÚLTIMAS INFORMAÇÕES SOBRE O CASO TELEXFREE E BBOM

Os associados da BBom devem guardar os comprovantes de investimentos para conseguirem reaver ao menos parte do dinheiro que colocaram no negócio, alerta o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO). Os lucros prometidos, porém, não serão pagos, esclarece o órgão.

A BBom é apresentada como o braço de marketing multinível da Embrasystem, que atua no mercado de rastreamento. Em pouco mais de três meses, o negócio atraiu cerca de 300 mil revendedores, que pagavam taxas de adesão de R$ 600 a 3 mil – cada pessoa poderia comprar mais de um pacote.

No último dia 10, a Justiça determinou o congelamento de R$ 300 milhões que estão nas contas da contas da Embrasystem , da BBrasil Organizações e Métodos – outra empresa do grupo – e dos proprietários. Também foram proibidas as transferências de mais de cem carros, incluindo quatro Lamborghinis.

A medida, entretanto, também congelou o dinheiro colocado pelos revendedores no negócio. Segundo a procuradora da República em Goiás Mariane Oliveira, ao menos um revendedor apostou R$ 200 mil.

Desde então, o MPF-GO tem sido procurado por várias pessoas, muitas descontentes com a medida. O órgão esclarece, porém, que o objetivo do bloqueio é permitir a devolução de ao menos parte do dinheiro a quem investiu de “de boa fé” na empresa.

Para tanto, os procuradores pedirão à Justiça que obrigue a BBom a apresentar “a relação dos associados que adquiriram pacotes, os valores pagos e dados pessoais, para futuro ressarcimento, proporcionalmente ao que foi bloqueado”.

Se a empresa for condenada, os valores bloqueados vão ser rateados entre os revendedores durante a fase de execução da ação.

“Num primeiro momento a medida parece antipática, mas depois vão nos agradecer”, diz Mariane Oliveira, procuradora da República em Goiás.

Estratégia de semelhante à Telexfreee

O modelo adotado pelo MPF-GO e pelo MP-GO é o mesmo usado pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a Telexfree . Também suspeita de ser uma pirâmide financeira, a empresa está com as contas congeladas desde 18 de junho. Estima-se que entre 450 mil e 600 mil pessoas tenham dinheiro parado nela.

m ambos os casos, entretanto, é pouco provável que os recursos bloqueados sejam suficientes para ressarcir tudo o que foi investido.

Os representantes da BBom e da Telexfree sempre negaram qualquer irregularidade nos negócios.(IG)

JÁ A TELEXFREE

A TelexFREE, empresa que teve seus bens e valores bloqueados por ser acusada de praticar pirâmide financeira, divulgou um comunicado neste final de semana em que disse ter oferecido quase R$ 660 milhões como garantia para Justiça do estado do Acre.

“A TelexFREE está se defendendo de forma vigorosa perante o Poder Judiciário do Acre e confia plenamente na Justiça Brasileira que certamente reparará uma das decisões judiciais mais danosas da história do empreendedorismo brasileiro”, diz o comunicado. A empresa também afirmou que seu modelo de negócios é “economicamente viável”.

O recurso ainda não foi analisado, porque, de acordo com a TelexFREE, os magistrados estavam de férias e o juiz substituto se encontra na cidade de Manoel Urbano, mais de 200 km de distância da capital Rio Branco.

Esse é mais um capítulo na novela da TelexFREE, que vem ganhando notoriedade desde o final do mês passado, quando a justiça bloqueou os ativos da empresa e a Polícia Federal foi chamada para investigá-la devido a um suposto esquema de pirâmide financeira.

Proibido no Brasil, o modelo se mantém por meio do recrutamento progressivo de pessoas, até chegar a níveis que tornam o retorno financeiro insustentável. Estima-se que a TelexFREE tenha arregimentado pelo menos 1 milhão de pessoas no país.

Devido ao imbróglio na Justiça, franqueados da empresa norte-americana vêm fazendo várias manifestações pelo Brasil. Eles fazem carreatas pelas capitais e reclamam que estão sem poder receber por trabalhos prestados desde a decisão que suspendeu as atividades da TelexFREE.

Atuando no Brasil desde março de 2012, a TelexFREE vende planos de minutos de telefonia voz sobre protocolo de internet (VoIP), que permitem ligações ilimitadas para 41 países por US$ 49 mensais. Para o ministério da Justiça, o modelo de negócio da empresa é apenas fachada para o esquema de pirâmide financeira. Com informações do site ‘Exame’.

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